Vemos na Tv, jornais, revistas e tudo quanto é lugar o modo como o País está sempre com déficit de alguma coisa: Educação, saúde, emprego, moradia. São probleminhas aqui e ali,e o governo nada de colaborar. Ah,essas pessoas que administram o País.O que realmente produz esse pequeno pedaço de papel que é tão significante. Uma máquina idiota? Se for,por que não fazem um monte,distribuem ,solucionam as coisas,acabam com o choro da população,da minha polução; eu sou a população. Isso realmente é necessário? Vai dizer que tem que ser assim,que se aparecesse um monte do nada ia desregular todo o sistema financeiro do País? Pensando bem,ia. Mas,para tudo se dá um jeito. Sempre visam o melhor bem estar para a sociedade e mais uma vez a mesma acaba necessitada.Até quando sofreremos por conta dessas notinhas que,apesar de tudo fazem a nossa alegria quando estão em mãos? Está na hora de agir,ou melhor,já passou da hora de entrar em ação! Estamos todos esperando. E aí,governo. Quando é que a palhaçada vai acabar? Quando é que deixaremos de ser palhaços? Falar de democracia é extremamente fácil,mas a ação de cada indivíduo é inexistente.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Oi dinheiro!
Quanta hipocrisia! O que é o dinheiro? Por que ele transforma a vida da pessoas? por que ele toca tudo a sua volta? Por que ele é o bem necessário para a sobrevivência? Por quê? Por quê?
Vemos na Tv, jornais, revistas e tudo quanto é lugar o modo como o País está sempre com déficit de alguma coisa: Educação, saúde, emprego, moradia. São probleminhas aqui e ali,e o governo nada de colaborar. Ah,essas pessoas que administram o País.O que realmente produz esse pequeno pedaço de papel que é tão significante. Uma máquina idiota? Se for,por que não fazem um monte,distribuem ,solucionam as coisas,acabam com o choro da população,da minha polução; eu sou a população. Isso realmente é necessário? Vai dizer que tem que ser assim,que se aparecesse um monte do nada ia desregular todo o sistema financeiro do País? Pensando bem,ia. Mas,para tudo se dá um jeito. Sempre visam o melhor bem estar para a sociedade e mais uma vez a mesma acaba necessitada.Até quando sofreremos por conta dessas notinhas que,apesar de tudo fazem a nossa alegria quando estão em mãos? Está na hora de agir,ou melhor,já passou da hora de entrar em ação! Estamos todos esperando. E aí,governo. Quando é que a palhaçada vai acabar? Quando é que deixaremos de ser palhaços? Falar de democracia é extremamente fácil,mas a ação de cada indivíduo é inexistente.
Vemos na Tv, jornais, revistas e tudo quanto é lugar o modo como o País está sempre com déficit de alguma coisa: Educação, saúde, emprego, moradia. São probleminhas aqui e ali,e o governo nada de colaborar. Ah,essas pessoas que administram o País.O que realmente produz esse pequeno pedaço de papel que é tão significante. Uma máquina idiota? Se for,por que não fazem um monte,distribuem ,solucionam as coisas,acabam com o choro da população,da minha polução; eu sou a população. Isso realmente é necessário? Vai dizer que tem que ser assim,que se aparecesse um monte do nada ia desregular todo o sistema financeiro do País? Pensando bem,ia. Mas,para tudo se dá um jeito. Sempre visam o melhor bem estar para a sociedade e mais uma vez a mesma acaba necessitada.Até quando sofreremos por conta dessas notinhas que,apesar de tudo fazem a nossa alegria quando estão em mãos? Está na hora de agir,ou melhor,já passou da hora de entrar em ação! Estamos todos esperando. E aí,governo. Quando é que a palhaçada vai acabar? Quando é que deixaremos de ser palhaços? Falar de democracia é extremamente fácil,mas a ação de cada indivíduo é inexistente.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Meu paraíso ♫
Olhei pela
janela do meu quarto
Vi que a
manhã estava fria e nebulosa
Sentei-me
desanimado
Pensando em
como seria diferente
Se eu
vivesse..
Ah se eu
vivesse eu meu paraíso
Na minha
vida imaginária...
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Lembranças de uma vida
PARTE 1
Não sei de onde veio a grande vontade de escrever um
livro, um conto ou uma autobiografia talvez, mas, aqui está.
Tudo começou em uma noite de outono. Fazia frio e estava
chuvoso. Como sempre Estava em meu quarto triste, magoada e pensativa.
Resolvera escrever, pois, essa era uma grande vontade minha, e continua sendo
até os dias atuais.
Nessa época estava trabalhando no Menccocini donatelli,
um salão de beleza. Entro em detalhes no decorrer da história. Morava, ou melhor, moro na casa macumbenta,
como sempre chamei o lugar que destruiu minha família por algum tempo, se é que
cheguei a ter uma alguma vez.
Não me lembro de quando me dei por gente. Os momentos
foram acontecendo e hoje tenho lembranças do que provavelmente existiu.
Pelo menos para eu tudo começou em Minas, minha avó
morava em Uberlândia. O bairro era Morada nova, existe até hoje e as mudanças
são diversas.
A casa ficava na rua um. Pra ser mais específica era uma
chacrinha, tudo era pura terra e existiam poucas por ali. Percebo pelas fotos.
Não era pintada, nem grande, mas eu me divertia. Passava vários meses com os
meus avós e depois voltava pra São Paulo, pois, meu pai não aguentava ficar
muito tempo longe de mim e ia me buscar.
De uma coisa lembro-me
muito bem, os besouros no chão de terra a noite. As ruas não tinham muita
iluminação naquela época, e eles aproveitavam. Eu morria de medo! Via aquelas
coisinhas pretas grudadas no chão e me apavorava. Fora o grande medo que eu
tinha de lagartixas. Lá eram muitas nas paradas e por diversas vezes cheguei a
não dormir com medo de alguma me pegar. Meu vô arrastava minha cama até a do
lado da cama deles para eu dormir mais tranquila.
Tinha o Sr.Pedro também. Lembro-me da casa com um pé de
chuchu show de bola em cima de toda a varanda, mas dele não. Só sei que ele foi
muito amigo de meus avós, e nem sei se o mesmo se encontra vivo hoje. Por falar
nisso havia outra vizinha, cujo minha avó era bem amiga. Só me lembro que ela
tinha uma filha pequena que nem eu era, que se chamava Bruna e tinha o apelido
de tartaruga. Brincávamos bastante, mas não me recordo nada dela.
.....
O resto fica pra próxima.
LS
PUBLICAÇÕES
Há quanto tempo eu não arranjava nada. Precisava de um
emprego, e sei que não fui fresca em escolher algum em que eu não trabalhasse
de domingo. Estava difícil, mas eu sabia que tinha a capacidade de conseguir.
Um dia a Tamires, uma prima minha de terceiro grau me ligou e me informou de
seu emprego. Logo me entusiasmei, parecia ser tão bom, benefícios, dinheiro, de
segunda á sexta; Tem coisa melhor?
Ela havia
conseguido uma entrevista, e eu fiquei contentíssima. Então, no dia, Fui á
estação república com a minha tia, toda contente esperando conseguir o emprego
que eu queria. Só de saber como era, pensava que ia me dar bem depois de tanto
tempo se frustrando, caso entrasse, claro.
Cheguei a um dos prédios, preenchi fichas, e logo em
seguida eu e mais alguns fomos encaminhados para o prédio que se localizava na
rua de trás. Mais uma dinâmica, muito chata por sinal. Nunca esqueço a cara
daquela supervisora: Leda, que mulher mais chata e arrogante. Além de uma
safada, que dá golpe nos outros. Ainda assim quando entrei pensei que ela não
ia com a minha cara, mas, graças a deus eu não fui para sua turma.
Passei e começaria no outro dia. Eba! Indo mais adiante,
logo no dia seguinte cheguei lá e fui
encaminhada para uma sala. Lá havia mais pessoas, as do dia anterior que haviam
passado comigo. Recebemos uns papéis, e até hoje me lembro das frases de lá:
“Bom dia, senhor. Meu nome é tal e eu sou da lista telefônica”, “O senhor já
paga esse valor em sua assinatura mensal da conta telefônica”.
Passamos por um treinamento, ou, fingimento pra quem
quiser chamar. Não tinha segredo: era enganar e pronto. E logo no primeiro dia
eu descobri que o tão sonhado emprego era sem mais uma empresa que tirava
dinheiro das pessoas através de golpes telefônicos. Fique ali por três semanas,
semanas em que eu chorava quase todos os dias por ter que me submeter a esse
tipo de trabalho, até que não aguentei e pedi minhas contas e parti em busca de
outra coisa. Jamais ficaria feliz em ter um salário sujo, essa é a realidade.
Dar golpe nas pessoas não é a minha praia, e sei que nunca será. Nem nessa, nem
em nenhuma outra “LISTA TELEFÔNICA” como chamam, eu piso mais, ou melhor:
golpes em pessoas? Não, eu não sou disso.
Doces momentos...
Será que há
perdão para um erro cometido sem querer?
Algo que me
arrependo profundamente e que Tentei evitar,
Mas não resisti aos seus encantos,
Agora convivo com sentimentos desconhecidos.
E Por mais que
tempo passe
Meu coração
insiste em lembrar
Dos doces
momentos
Em que senti
o sabor da felicidade....
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