Plantas,
meu homem,
De
dia dais duro
Pra
colheis no futuro
A
esperança da vida
O
homem suplica
A água não cai
O pasto
se vai
Mais
uma oração
Molha-se
o chão
Mas
tudo é vão
Já
não há plantação
Se
vê no semblante
A amargura do povo,
Que
tanto esperou
Pelo
leite tirado, serviço dobrado
Que
em nada findou.
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