Tenho
dias duros de solidão, onde os meus únicos companheiros são o quarto escuro, as
lágrimas e as lembranças.
Tentei
me livrar dos remédios que consumiam o meu corpo e mexiam com a minha mente.
Contei os minutos em que eu respirei e perdi as contas, pois são muitos.
Fiquei
confuso com tudo isso e quis lhe mandar embora, mas não sei porque isso
insistiu em permanecer. Falaram-me que tudo passa, mas o meu relógio do tempo
para toda noite.
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